realizadores & realizadoras
A sessão de novembro levar-nos-á ao sudoeste asiático.

Em foco Brillante Mendoza, nome incontornável do cinema filipino contemporâneo, onde “cada figura humana, mais as suas incessantes caminhadas que não levam a lugar algum, cada produção do caos da realidade, são sinais da claustrofobia do mundo, da crueldade das relações de poder, provas da luta pela sobrevivência”, como escreveu Vasco Câmara, ou “a contaminação do jogo ficcional pelo vigor de documento de uma sociedade”, nas palavras de Inês Lourenço.